Time to fill: veja como o indicador ajuda a medir a eficiência do processo de seleção

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Time to fill: veja como o indicador ajuda a medir a eficiência do processo de seleção

O time to fill é um indicador que mede quanto tempo uma vaga permanece aberta até que um candidato aceite a proposta.

Com essa informação, a empresa consegue avaliar a eficiência do recrutamento e identificar processos que estão atrasando a formação das equipes.

Afinal, uma posição estratégica aberta por muito tempo não representa apenas um problema do setor de recursos humanos (RH), já que a ausência daquele profissional também interfere na capacidade de execução das demais áreas.

Por isso, entender o time to fill ajuda a transformar recrutamento e seleção em uma atividade mais previsível e conectada ao planejamento do negócio.

Mas como calcular esse indicador, qual resultado considerar adequado e o que fazer quando o tempo para preencher vagas começa a aumentar? 

Continue lendo e descubra.

O que é time to fill?

Time to fill é o indicador de recrutamento que mede quantos dias uma empresa leva para preencher uma vaga, considerando o período entre a abertura da requisição e a aceitação da proposta pelo candidato escolhido.

O período de contratação é contabilizado em dias corridos, incluindo fins de semana e feriados. 

Existem variações na definição do ponto inicial: algumas empresas começam a contagem na aprovação da requisição e outras na publicação da vaga.

Mais importante do que escolher uma dessas abordagens é manter um critério consistente, para que os resultados de diferentes períodos, áreas e posições sejam realmente comparáveis.

Imagine, por exemplo, que uma vaga seja aberta no dia 1º de março e que o candidato selecionado aceite a proposta em 31 de março. 

Nesse cenário, o time to fill da posição é de 30 dias.

Qual a diferença entre time to fill e time to hire?

O time to fill acompanha a vaga desde sua abertura, enquanto o time to hire começa quando o candidato que será contratado entra efetivamente no processo seletivo e termina quando ele aceita a proposta.

Essa distinção ajuda a descobrir em qual parte do recrutamento está o problema quando uma contratação demora mais do que o planejado.

Uma empresa pode ter um time to hire curto e um time to fill elevado, por exemplo, indicando que o maior gargalo está na atração ou identificação de candidatos, e não necessariamente nas entrevistas e etapas posteriores.

Por isso, os dois indicadores se complementam e oferecem uma leitura mais completa da eficiência do recrutamento.

Como calcular o time to fill?

O cálculo é feito pela diferença entre a data de início definida para a vaga e a data em que o candidato aceita a oferta de trabalho.

A fórmula básica é:

  • Time to fill = data de aceitação da proposta – data de abertura da vaga.

Para acompanhar o desempenho geral, calcula-se o indicador médio de um conjunto de contratações realizadas durante determinado período.

Se três vagas apresentaram tempos de preenchimento de 20, 30 e 40 dias, por exemplo, o time to fill médio será de 30 dias.

Essa média, entretanto, deve ser analisada com cuidado, principalmente quando a empresa contrata profissionais com perfis, níveis de senioridade e especializações bastante diferentes.

Uma análise por departamento, cargo ou categoria de vaga oferece uma visão mais precisa do que simplesmente reunir todas as contratações em um único número.

Qual é o time to fill ideal?

Não existe um número universal que represente um bom time to fill para todas as empresas e posições.

Complexidade da vaga, senioridade, localização, disponibilidade de profissionais e quantidade de etapas do processo influenciam diretamente o tempo de preenchimento.

Como referência, o benchmarking de recrutamento publicado pela SHRM em 2025 apontou um time to fill mediano próximo de um mês e meio tanto para posições executivas quanto não executivas.

Esse dado funciona como contexto de mercado, mas não substitui a construção de um benchmark interno baseado no histórico e nas características das contratações da própria empresa.

Uma empresa tech que costuma preencher vagas de desenvolvimento em 30 dias, por exemplo, deve investigar o que mudou caso processos semelhantes passem a levar 50 ou 60 dias.

A evolução histórica ajuda a identificar mudanças de padrão antes que a demora comece a comprometer projetos ou metas de crescimento.

Por que acompanhar o time to fill?

Uma das principais funções do indicador é trazer previsibilidade para o planejamento de pessoas.

Quando a empresa conhece o tempo médio necessário para preencher determinados cargos, consegue antecipar contratações e alinhar melhor o planejamento do headcount aos objetivos do negócio.

O indicador também ajuda a localizar gargalos em etapas como aprovação da vaga, divulgação, triagem, entrevistas, avaliação técnica e elaboração da proposta.

Ao combinar essas informações em um dashboard de RH, fica mais fácil visualizar onde o processo está concentrando os maiores períodos de espera.

Outro benefício é avaliar se os canais utilizados para encontrar candidatos estão entregando os resultados esperados.

Se determinada fonte gera poucos candidatos qualificados e prolonga constantemente o time to fill, os dados oferecem elementos para revisar a estratégia de atração.

Como reduzir o time to fill?

Reduzir o time to fill exige olhar para todo o ciclo da vaga, desde sua abertura até a aceitação da proposta, identificando etapas que geram espera, retrabalho ou falta de clareza.

Confira nossas dicas a seguir.

  1. Mapeie o processo de contratação, definindo as principais etapas, para facilitar a identificação das fases em que a vaga permanece mais tempo sem avançar
  2. Agilize a aprovação das vagas, definindo previamente responsáveis, orçamento e critérios para evitar atrasos antes mesmo do início do recrutamento
  3. Revise a descrição das vagas para deixar responsabilidades, requisitos e perfil esperado mais claros e aumentar a qualidade das candidaturas recebidas
  4. Avalie os canais de recrutamento para entender quais fontes trazem candidatos mais aderentes e quais prolongam desnecessariamente o processo
  5. Defina prazos para cada etapa, incluindo triagem, entrevistas, avaliações, aprovações internas e envio da proposta
  6. Analise o indicador por área e cargo, evitando que a média geral esconda gargalos específicos em determinadas posições ou níveis de senioridade
  7. Acompanhe os dados ao longo do tempo para verificar se as mudanças implementadas realmente reduzem o tempo de preenchimento das vagas.

🚀 Terceirize rotinas de RH e Departamento Pessoal para a sua empresa decolar!

Como acompanhar o time to fill com apoio da Comece?

O verdadeiro valor do time to fill surge quando o indicador passa a gerar informações para decisões sobre pessoas e crescimento.

Com o serviço de inteligência de dados da Comece, informações de diferentes fontes podem ser consolidadas e transformadas em dashboards e indicadores que dão mais clareza sobre padrões e gargalos da operação.

Assim, a empresa consegue acompanhar o time to fill por área, cargo ou período e relacioná-lo a outros indicadores relevantes para entender como o processo de contratação está evoluindo.

Já o BPO de RH da Comece assume atividades operacionais e estrutura processos para que a equipe interna tenha mais espaço para se concentrar na gestão estratégica de pessoas.

Com menos tempo dedicado às rotinas e informações mais organizadas para análise, lideranças e RH conseguem acompanhar indicadores como o time to fill com maior consistência e tomar decisões antes que os gargalos interfiram no crescimento da empresa.

Se você quiser entender melhor como funcionam esses serviços, agende uma conversa com a equipe da Comece.

Perguntas frequentes sobre time to fill

A seguir, confira as respostas para algumas das dúvidas mais comuns sobre o indicador time to fill.

O que o time to fill mede?

O time to fill mede o período entre a abertura de uma vaga e a aceitação da proposta pelo profissional escolhido.

Qual a principal diferença entre time to fill e time to hire?

O time to fill considera o ciclo completo da vaga, enquanto o time to hire acompanha apenas o período entre a entrada do candidato contratado no processo e a aceitação da proposta.

Existe um time to fill ideal?

Não existe um valor único para todas as empresas, já que o resultado varia conforme cargo, senioridade, mercado e complexidade do processo seletivo.

O que um time to fill alto pode indicar?

Um tempo de preenchimento elevado pode sinalizar dificuldades na atração de candidatos, excesso de etapas, demora nas aprovações ou outros gargalos do processo de recrutamento.O time to fill é um indicador que mede quanto tempo uma vaga permanece aberta até que um candidato aceite a proposta.

Com essa informação, a empresa consegue avaliar a eficiência do recrutamento e identificar processos que estão atrasando a formação das equipes.

Afinal, uma posição estratégica aberta por muito tempo não representa apenas um problema do setor de recursos humanos (RH), já que a ausência daquele profissional também interfere na capacidade de execução das demais áreas.

Por isso, entender o time to fill ajuda a transformar recrutamento e seleção em uma atividade mais previsível e conectada ao planejamento do negócio.

Mas como calcular esse indicador, qual resultado considerar adequado e o que fazer quando o tempo para preencher vagas começa a aumentar? 

Continue lendo e descubra.

O que é time to fill?

Time to fill é o indicador de recrutamento que mede quantos dias uma empresa leva para preencher uma vaga, considerando o período entre a abertura da requisição e a aceitação da proposta pelo candidato escolhido.

O período de contratação é contabilizado em dias corridos, incluindo fins de semana e feriados. 

Existem variações na definição do ponto inicial: algumas empresas começam a contagem na aprovação da requisição e outras na publicação da vaga.

Mais importante do que escolher uma dessas abordagens é manter um critério consistente, para que os resultados de diferentes períodos, áreas e posições sejam realmente comparáveis.

Imagine, por exemplo, que uma vaga seja aberta no dia 1º de março e que o candidato selecionado aceite a proposta em 31 de março. 

Nesse cenário, o time to fill da posição é de 30 dias.

Qual a diferença entre time to fill e time to hire?

O time to fill acompanha a vaga desde sua abertura, enquanto o time to hire começa quando o candidato que será contratado entra efetivamente no processo seletivo e termina quando ele aceita a proposta.

Essa distinção ajuda a descobrir em qual parte do recrutamento está o problema quando uma contratação demora mais do que o planejado.

Uma empresa pode ter um time to hire curto e um time to fill elevado, por exemplo, indicando que o maior gargalo está na atração ou identificação de candidatos, e não necessariamente nas entrevistas e etapas posteriores.

Por isso, os dois indicadores se complementam e oferecem uma leitura mais completa da eficiência do recrutamento.

Como calcular o time to fill?

O cálculo é feito pela diferença entre a data de início definida para a vaga e a data em que o candidato aceita a oferta de trabalho.

A fórmula básica é:

  • Time to fill = data de aceitação da proposta – data de abertura da vaga.

Para acompanhar o desempenho geral, calcula-se o indicador médio de um conjunto de contratações realizadas durante determinado período.

Se três vagas apresentaram tempos de preenchimento de 20, 30 e 40 dias, por exemplo, o time to fill médio será de 30 dias.

Essa média, entretanto, deve ser analisada com cuidado, principalmente quando a empresa contrata profissionais com perfis, níveis de senioridade e especializações bastante diferentes.

Uma análise por departamento, cargo ou categoria de vaga oferece uma visão mais precisa do que simplesmente reunir todas as contratações em um único número.

Qual é o time to fill ideal?

Não existe um número universal que represente um bom time to fill para todas as empresas e posições.

Complexidade da vaga, senioridade, localização, disponibilidade de profissionais e quantidade de etapas do processo influenciam diretamente o tempo de preenchimento.

Como referência, o benchmarking de recrutamento publicado pela SHRM em 2025 apontou um time to fill mediano próximo de um mês e meio tanto para posições executivas quanto não executivas.

Esse dado funciona como contexto de mercado, mas não substitui a construção de um benchmark interno baseado no histórico e nas características das contratações da própria empresa.

Uma empresa tech que costuma preencher vagas de desenvolvimento em 30 dias, por exemplo, deve investigar o que mudou caso processos semelhantes passem a levar 50 ou 60 dias.

A evolução histórica ajuda a identificar mudanças de padrão antes que a demora comece a comprometer projetos ou metas de crescimento.

Por que acompanhar o time to fill?

Uma das principais funções do indicador é trazer previsibilidade para o planejamento de pessoas.

Quando a empresa conhece o tempo médio necessário para preencher determinados cargos, consegue antecipar contratações e alinhar melhor o planejamento do headcount aos objetivos do negócio.

O indicador também ajuda a localizar gargalos em etapas como aprovação da vaga, divulgação, triagem, entrevistas, avaliação técnica e elaboração da proposta.

Ao combinar essas informações em um dashboard de RH, fica mais fácil visualizar onde o processo está concentrando os maiores períodos de espera.

Outro benefício é avaliar se os canais utilizados para encontrar candidatos estão entregando os resultados esperados.

Se determinada fonte gera poucos candidatos qualificados e prolonga constantemente o time to fill, os dados oferecem elementos para revisar a estratégia de atração.

Como reduzir o time to fill?

Reduzir o time to fill exige olhar para todo o ciclo da vaga, desde sua abertura até a aceitação da proposta, identificando etapas que geram espera, retrabalho ou falta de clareza.

Confira nossas dicas a seguir.

  1. Mapeie o processo de contratação, definindo as principais etapas, para facilitar a identificação das fases em que a vaga permanece mais tempo sem avançar
  2. Agilize a aprovação das vagas, definindo previamente responsáveis, orçamento e critérios para evitar atrasos antes mesmo do início do recrutamento
  3. Revise a descrição das vagas para deixar responsabilidades, requisitos e perfil esperado mais claros e aumentar a qualidade das candidaturas recebidas
  4. Avalie os canais de recrutamento para entender quais fontes trazem candidatos mais aderentes e quais prolongam desnecessariamente o processo
  5. Defina prazos para cada etapa, incluindo triagem, entrevistas, avaliações, aprovações internas e envio da proposta
  6. Analise o indicador por área e cargo, evitando que a média geral esconda gargalos específicos em determinadas posições ou níveis de senioridade
  7. Acompanhe os dados ao longo do tempo para verificar se as mudanças implementadas realmente reduzem o tempo de preenchimento das vagas.

🚀 Terceirize rotinas de RH e Departamento Pessoal para a sua empresa decolar!

Como acompanhar o time to fill com apoio da Comece?

O verdadeiro valor do time to fill surge quando o indicador passa a gerar informações para decisões sobre pessoas e crescimento.

Com o serviço de inteligência de dados da Comece, informações de diferentes fontes podem ser consolidadas e transformadas em dashboards e indicadores que dão mais clareza sobre padrões e gargalos da operação.

Assim, a empresa consegue acompanhar o time to fill por área, cargo ou período e relacioná-lo a outros indicadores relevantes para entender como o processo de contratação está evoluindo.

Já o BPO de RH da Comece assume atividades operacionais e estrutura processos para que a equipe interna tenha mais espaço para se concentrar na gestão estratégica de pessoas.

Com menos tempo dedicado às rotinas e informações mais organizadas para análise, lideranças e RH conseguem acompanhar indicadores como o time to fill com maior consistência e tomar decisões antes que os gargalos interfiram no crescimento da empresa.

Se você quiser entender melhor como funcionam esses serviços, agende uma conversa com a equipe da Comece.

Perguntas frequentes sobre time to fill

A seguir, confira as respostas para algumas das dúvidas mais comuns sobre o indicador time to fill.

O que o time to fill mede?

O time to fill mede o período entre a abertura de uma vaga e a aceitação da proposta pelo profissional escolhido.

Qual a principal diferença entre time to fill e time to hire?

O time to fill considera o ciclo completo da vaga, enquanto o time to hire acompanha apenas o período entre a entrada do candidato contratado no processo e a aceitação da proposta.

Existe um time to fill ideal?

Não existe um valor único para todas as empresas, já que o resultado varia conforme cargo, senioridade, mercado e complexidade do processo seletivo.

O que um time to fill alto pode indicar?

Um tempo de preenchimento elevado pode sinalizar dificuldades na atração de candidatos, excesso de etapas, demora nas aprovações ou outros gargalos do processo de recrutamento.

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